segunda-feira, agosto 04, 2008
terça-feira, julho 22, 2008
Credo
"Meu Deus: dai-me sabedoria para entender certas pessoas; porque se me deres força: parto-lhes as trombas!"
domingo, julho 20, 2008
Frase da semana
e primeira, correctamente dita do principio ao fim sem Inezices indecifráveis:
"Sai! É meu!"
Coitado do gato que so queria ver o que tinha ela na caixinha que fazia barulho...
"Sai! É meu!"
Coitado do gato que so queria ver o que tinha ela na caixinha que fazia barulho...
sábado, julho 19, 2008
Conquistas de menina crescida
Apesar dos apenas 18m há mais de 1 mês que pede para tirar a fralda, sentar no bacio, fazer xixi, etc. Claro que a maior parte das vezes não tem vontade de nada, mas como começou a ver os meninos na escolinha a treinar o desfralde (é das mais novas da sala dela) achou que também era capaz.
Resultado, tirei-lhe a fralda, sentou no bacio, contou-me qualquer coisa em Inezês e... voilá!

Festa de arromba, mãe e filha aos pulos pela sala em grande comemoração!
(Na hora seguinte, fez mais dois xixis no chão, mas isso agora não interessa nada...)
Resultado, tirei-lhe a fralda, sentou no bacio, contou-me qualquer coisa em Inezês e... voilá!

Festa de arromba, mãe e filha aos pulos pela sala em grande comemoração!
(Na hora seguinte, fez mais dois xixis no chão, mas isso agora não interessa nada...)
sexta-feira, julho 18, 2008
Dicionário para conversas com ela
Além de todas as palavras que diz correctamente, há outras tantas que usa frequentemente e que se a mãe não estiver por perto para traduzir, só mesmo com dicionario é que se vai lá:
Lhoulho - olho
baxio - bacio
ião - avião ou leão, depende do contexto
lhólho - noddy (esta não percebemos mesmo a lógica...)
pilhalha - piratas
colhelhe - colher
Xaia - fralda (a de pano para dormir)
bolhalha - bolacha
pêa - obviamente pêra mas tb maçã (não ha maneira de as distinguir em palavras!)
manana - banana
manha - meia!
bábua - água
patato - sapato claro!
pota - porta mas também mota!
bólha - bola
lau - miau (o nome da gata la de casa)
Quitio - mosquito (esses malvados!)
e por fim...
calhalho - cavalo! (que mais poderia ser...?)
Lhoulho - olho
baxio - bacio
ião - avião ou leão, depende do contexto
lhólho - noddy (esta não percebemos mesmo a lógica...)
pilhalha - piratas
colhelhe - colher
Xaia - fralda (a de pano para dormir)
bolhalha - bolacha
pêa - obviamente pêra mas tb maçã (não ha maneira de as distinguir em palavras!)
manana - banana
manha - meia!
bábua - água
patato - sapato claro!
pota - porta mas também mota!
bólha - bola
lau - miau (o nome da gata la de casa)
Quitio - mosquito (esses malvados!)
e por fim...
calhalho - cavalo! (que mais poderia ser...?)
quinta-feira, julho 10, 2008
segunda-feira, junho 30, 2008
segunda-feira, junho 23, 2008
As gajas cá de casa
Ela: linda, fantástica, super conversadora, cheia de birrinhas e a dormir pior que mal, mas com aquilo que parece ser um quisto num joelho... A pediatra acha que "não deve ser nada de especial, mas temos de ir ver isso já..."
Escusado será dizer que para me encher a cabeça de preocupação e apertar o coração de mãe não foi preciso mais nadinha...
Eu: Aos altos e baixos, cheia de dores de cabeça prolongadas que ja me valeram uma estadia no SAP cá do sitio para levar medicação veia a dentro, com um cansaço estranho que vai e vem, mas quando vem me dificulta até a tarefa de levantar da cama...
Great!
Escusado será dizer que para me encher a cabeça de preocupação e apertar o coração de mãe não foi preciso mais nadinha...
Eu: Aos altos e baixos, cheia de dores de cabeça prolongadas que ja me valeram uma estadia no SAP cá do sitio para levar medicação veia a dentro, com um cansaço estranho que vai e vem, mas quando vem me dificulta até a tarefa de levantar da cama...
Great!
terça-feira, junho 10, 2008
segunda-feira, junho 09, 2008
Mãe
Após meses e meses a chamar-me Mamã para tudo e por qualquer coisa, de dia e de noite, hoje enquanto lhe vestia o pijama saiu-se com um sonoro e muito bem pronunciado:
Mãe!
E soou tão bem, tão doce e tão forte e tão fundo...!
Estás tão crescida, filha...
Mãe!
E soou tão bem, tão doce e tão forte e tão fundo...!
Estás tão crescida, filha...
terça-feira, maio 20, 2008
Coisas a não esquecer
e em jeito de balanço:
- É sempre bom estarmos os três juntos
mas
- Os miúdos adoecem quase sempre nas vésperas de viagens grandes
- A almofada da pirralha dormir, deve ir sempre na bagagem, nem que seja debaixo do braço
- Crianças de férias e pais em conferências, juntos, é uma mistura por demais dificil de gerir
- Antes de reservar alojamento, garantir sempre! que se pode pelo menos ir de lá a pé a qualquer lado!
- A capa da chuva do carrinho de passeio cabe em qualquer buraquinho, mesmo que se saia de portugal com 28ºC
- O aquecedor de biberons da um jeitaço em quartos de hotel
- É sempre bom estarmos os três juntos
mas
- Os miúdos adoecem quase sempre nas vésperas de viagens grandes
- A almofada da pirralha dormir, deve ir sempre na bagagem, nem que seja debaixo do braço
- Crianças de férias e pais em conferências, juntos, é uma mistura por demais dificil de gerir
- Antes de reservar alojamento, garantir sempre! que se pode pelo menos ir de lá a pé a qualquer lado!
- A capa da chuva do carrinho de passeio cabe em qualquer buraquinho, mesmo que se saia de portugal com 28ºC
- O aquecedor de biberons da um jeitaço em quartos de hotel
domingo, maio 11, 2008
Ciao!
Ca estamos, frescos e fofos como o pao!
Quer dizer, as noites tem sido pessimas, a tosse continua mas a febre passou e afinal parece que eram SO mais 4 dentes a nascer...
Mas estar em Roma e outro luxo e nao ha mal que nos tire a boa disposicao!
Ate ja!
Quer dizer, as noites tem sido pessimas, a tosse continua mas a febre passou e afinal parece que eram SO mais 4 dentes a nascer...
Mas estar em Roma e outro luxo e nao ha mal que nos tire a boa disposicao!
Ate ja!
sexta-feira, maio 09, 2008
Perfect timing
domingo, maio 04, 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
quinta-feira, abril 24, 2008
Longe mas perto
Não fugimos, nem tão pouco perdi a vontade de aqui escrever, mas o trabalho apertou e nesse mesmo trabalho deixei de conseguir ter acesso ao blogger (por razões de segurança dizem). Resta o serão em casa, onde como devem imaginar valores mais altos se sobrepõem ao computador.
Mas estamos bem.
Ela está uma giraça! Corre, brinca, conversa sozinha, connosco, com os meninos, a maior parte das vezes em Ineses mas esforça-se para que a entendamos.
O vocabulário é cada vez mais alargado mas trapalhão e esmera-se sobretudo nas frases, sendo as favoritas:
- Está aqui!
- Já está!
Continua uma equilibrista, a trepar a tudo e mais alguma coisa, o que obviamente já lhe rendeu os respectivos trambolhões, sem gravidade.
Há 1 mes que não adoece (milagre, milagre!).
Melhorou a comer e não tem saltado refeições, mas continua a não ser de grandes banquetes.
As noites continuam a não ser de sono continuo, mas conseguimos finalmente acabar com o leite das 3-4h da manhã! O que ainda não impede de termos que nos levantar na mesma a essa hora, para a aconchegar. Mas aos poucos vai.
Eu que era menina de demorar 2-3min a adormecer e dormir a sono solto até de manhã, descobri que nem com estas noites agitadas à 15 meses, ganho olheiras, mas há dias em que o corpo quebra mesmo.
São poucos, felizmente.
Mas estamos bem.
Ela está uma giraça! Corre, brinca, conversa sozinha, connosco, com os meninos, a maior parte das vezes em Ineses mas esforça-se para que a entendamos.
O vocabulário é cada vez mais alargado mas trapalhão e esmera-se sobretudo nas frases, sendo as favoritas:
- Está aqui!
- Já está!
Continua uma equilibrista, a trepar a tudo e mais alguma coisa, o que obviamente já lhe rendeu os respectivos trambolhões, sem gravidade.
Há 1 mes que não adoece (milagre, milagre!).
Melhorou a comer e não tem saltado refeições, mas continua a não ser de grandes banquetes.
As noites continuam a não ser de sono continuo, mas conseguimos finalmente acabar com o leite das 3-4h da manhã! O que ainda não impede de termos que nos levantar na mesma a essa hora, para a aconchegar. Mas aos poucos vai.
Eu que era menina de demorar 2-3min a adormecer e dormir a sono solto até de manhã, descobri que nem com estas noites agitadas à 15 meses, ganho olheiras, mas há dias em que o corpo quebra mesmo.
São poucos, felizmente.
quinta-feira, abril 10, 2008
terça-feira, abril 08, 2008
Quase Balzaquiana, eu?
A 2 dias de completar os famosos 30, quis saber mais sobre o conceito e eis que:
"Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... Com efeito, uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o sexo é bastante cúmplice do amor... ao passo que uma mulher conhece toda a extensão dos sacrifícios que tem a fazer. Lá onde uma é arrastada pela curiosidade, por seduções estranhas à do amor, a outra obedece a um sentimento consciente. Uma cede, a outra escolhe... dando-se, a mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode compara nem apreciar... Uma nos instrui, nos aconselha... a outra quer tudo aprender... Para uma jovem seja amante, precisa ser muito corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto uma mulher possui mil modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade... A jovem... acredita Ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher... se esconde sob mil véus... afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça".
in A Mulher de Trinta Anos, de Honoré de Balzac.
Quem fala assim...
"Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... Com efeito, uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o sexo é bastante cúmplice do amor... ao passo que uma mulher conhece toda a extensão dos sacrifícios que tem a fazer. Lá onde uma é arrastada pela curiosidade, por seduções estranhas à do amor, a outra obedece a um sentimento consciente. Uma cede, a outra escolhe... dando-se, a mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode compara nem apreciar... Uma nos instrui, nos aconselha... a outra quer tudo aprender... Para uma jovem seja amante, precisa ser muito corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto uma mulher possui mil modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade... A jovem... acredita Ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher... se esconde sob mil véus... afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça".
in A Mulher de Trinta Anos, de Honoré de Balzac.
Quem fala assim...
domingo, março 30, 2008
Cão como nós
"Podes correr comigo pela praia fora, aqui
ninguém nos vê, somos só nós e o mar, saltas
a meu lado como se fosses um pedaço de areia
e vento, uma estátua movente, cão de água,
anda daí comigo por esta noite dentro."
E é assim que te quero lembrar:
feliz de tanto correr
cheio de areia
molhado de sal
e a sorrir!

Até já, Pongo
ninguém nos vê, somos só nós e o mar, saltas
a meu lado como se fosses um pedaço de areia
e vento, uma estátua movente, cão de água,
anda daí comigo por esta noite dentro."
E é assim que te quero lembrar:
feliz de tanto correr
cheio de areia
molhado de sal
e a sorrir!
Até já, Pongo
quarta-feira, março 26, 2008
Quinta do Barranco da Estrada
Ou o fim-de-semana que ficou a meio

O sítio é mesmo paradisíaco



Perfeito para quem quer espairecer, alheado do mundo. Os telemóveis não tocam, não à televisões ou rádios.
Um constante convite ao descanso, à leitura, à conversa sem tempo

e a outras actividades... anti-stress.

Escusado será dizer que poucas delas são compativeis com uma pirralha de 14 meses com a energia da Inês...
Apesar de tudo, valeu a pena.

O sítio é mesmo paradisíaco



Perfeito para quem quer espairecer, alheado do mundo. Os telemóveis não tocam, não à televisões ou rádios.
Um constante convite ao descanso, à leitura, à conversa sem tempo

e a outras actividades... anti-stress.

Escusado será dizer que poucas delas são compativeis com uma pirralha de 14 meses com a energia da Inês...
Apesar de tudo, valeu a pena.
segunda-feira, março 17, 2008
Nem apetece
contar nada.
Quem me conhece sabe que sou pouco de me queixar e a isso se resume o que há para dizer das últimas semanas.
Ela numa doença constante, o principio de pneumonia, depois a tosse, depois de novo a febre, depois uns dias melhores, o regresso ao infantario, e mal aqueceu o lugar, que a febre voltou e a tosse e a dificuldade em respirar.
Tentámos descontrair e assim que melhorou um bocadinho fomos de fim-de-semana para um paraíso. Quer dizer, fim-de-semana de 1 dia, que a expectoração voltou, com ela a tosse. De noite, foi o caos. Começou a recusar a chucha de forma furiosa, num põe e tira de amor-ódio, a acordar a cada 20min (mesmo!) aos berros, sem sossegar de maneira nenhuma e a estranha dança com a chucha. Ao fim da manhã, rendemo-nos e decidimos regressar. Não saber o que ela tinha e ver-me no meio do mato, onde nem os telemoveis funcionam, foi combinação que não conseguimos gerir e rumamos a casa.
Aos poucos está a voltar ao normal, fora a rouquidão extrema que a faz chorar como se estivessemos num filme mudo.
Dias melhores virão.
Quem me conhece sabe que sou pouco de me queixar e a isso se resume o que há para dizer das últimas semanas.
Ela numa doença constante, o principio de pneumonia, depois a tosse, depois de novo a febre, depois uns dias melhores, o regresso ao infantario, e mal aqueceu o lugar, que a febre voltou e a tosse e a dificuldade em respirar.
Tentámos descontrair e assim que melhorou um bocadinho fomos de fim-de-semana para um paraíso. Quer dizer, fim-de-semana de 1 dia, que a expectoração voltou, com ela a tosse. De noite, foi o caos. Começou a recusar a chucha de forma furiosa, num põe e tira de amor-ódio, a acordar a cada 20min (mesmo!) aos berros, sem sossegar de maneira nenhuma e a estranha dança com a chucha. Ao fim da manhã, rendemo-nos e decidimos regressar. Não saber o que ela tinha e ver-me no meio do mato, onde nem os telemoveis funcionam, foi combinação que não conseguimos gerir e rumamos a casa.
Aos poucos está a voltar ao normal, fora a rouquidão extrema que a faz chorar como se estivessemos num filme mudo.
Dias melhores virão.
sábado, março 01, 2008
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
15 dias depois
Doente de novo.
Tem estado em casa connosco desde que cheguei, de novo febre, dificuldade em respirar e o diagnóstico de principio de pneumonia. Again.
O rabo super assado há mais de uma semana, que até a nós nos dói só de olhar. Apetite zero.
O mês está quase a acabar e ela só foi ao infantário meia dúzia de dias.
Não anda fácil a vida de bébé para estes lados.
Tem estado em casa connosco desde que cheguei, de novo febre, dificuldade em respirar e o diagnóstico de principio de pneumonia. Again.
O rabo super assado há mais de uma semana, que até a nós nos dói só de olhar. Apetite zero.
O mês está quase a acabar e ela só foi ao infantário meia dúzia de dias.
Não anda fácil a vida de bébé para estes lados.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Waiting
Sim, ainda à espera.
Mudança de itinerário, mas o vôo mais cedo que me arranjaram é as 12:35h (17:35h hora de Portugal).
Se tudo correr bem, voo durante a noite e chego a Lisboa amanhã de manhã. Mas a CNN continua a mostrar fotos de nevões e tempestades de gelo em NY, onde continuo a ter de fazer escala...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Mudança de itinerário, mas o vôo mais cedo que me arranjaram é as 12:35h (17:35h hora de Portugal).
Se tudo correr bem, voo durante a noite e chego a Lisboa amanhã de manhã. Mas a CNN continua a mostrar fotos de nevões e tempestades de gelo em NY, onde continuo a ter de fazer escala...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Not that close after all...
Orlando, Florida, USA.
Chegar ao aeroporto a tempo.
Fazer check-in sem problemas mas ser aleatoriamente seleccionada para inspecção especial de segurança (SSS, as they call it).
Chegada à SSS o costume: sapatos, cintos, pc fora da mala, máquina fotográfica idem, liquidos em saquinhos de congelação. O bónus: inspecção para explosivos à roupa, calçado, malas, telemovel, pc, máquinas e afins.
Passando na inspecção com distinção, dirigo-me à porta de embarque.
Espero e começam a anunciar atrasos no vôo para NY, devido ao mau tempo. Furacões e neve, dizem.
Ligo-me a net, falo com a familia e depois de muitos avanços e recuos, com 1h de atraso, subimos ao avião.
Tudo acomodado, o videozinho das instruções de segurança, apertar cintos, o avião faz-se a pista e...
Pára tudo. O tempo mudou outra vez.
2h de espera dentro do avião na esperança que o tempo ajude um bocadinho.
Perde-se a paciência, a esperança e mandam-nos desembarcar.
O vôo é cancelado, à semelhança de todos os que estavam para ir naquela direcção.
Uns funcionários simpáticos, uns telefonemas e nets depois, e afinal já não vou para Dublin.
Altero o bilhete para ir via Lisboa, mas so tenho vôo ao meio-dia de amanhã.
Em vez de estar sobre o oceano, a tentar dormir, a caminho de casa, estou numa sala de aeroporto, com meia duzia de funcionarios multilingues e a procurar o melhor sitio para me encostar e descansar os olhos um bocadinho.
Que bom...
Chegar ao aeroporto a tempo.
Fazer check-in sem problemas mas ser aleatoriamente seleccionada para inspecção especial de segurança (SSS, as they call it).
Chegada à SSS o costume: sapatos, cintos, pc fora da mala, máquina fotográfica idem, liquidos em saquinhos de congelação. O bónus: inspecção para explosivos à roupa, calçado, malas, telemovel, pc, máquinas e afins.
Passando na inspecção com distinção, dirigo-me à porta de embarque.
Espero e começam a anunciar atrasos no vôo para NY, devido ao mau tempo. Furacões e neve, dizem.
Ligo-me a net, falo com a familia e depois de muitos avanços e recuos, com 1h de atraso, subimos ao avião.
Tudo acomodado, o videozinho das instruções de segurança, apertar cintos, o avião faz-se a pista e...
Pára tudo. O tempo mudou outra vez.
2h de espera dentro do avião na esperança que o tempo ajude um bocadinho.
Perde-se a paciência, a esperança e mandam-nos desembarcar.
O vôo é cancelado, à semelhança de todos os que estavam para ir naquela direcção.
Uns funcionários simpáticos, uns telefonemas e nets depois, e afinal já não vou para Dublin.
Altero o bilhete para ir via Lisboa, mas so tenho vôo ao meio-dia de amanhã.
Em vez de estar sobre o oceano, a tentar dormir, a caminho de casa, estou numa sala de aeroporto, com meia duzia de funcionarios multilingues e a procurar o melhor sitio para me encostar e descansar os olhos um bocadinho.
Que bom...
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Far away so close
Ainda a um oceano de distancia, com o coração já muito, muito apertadinho de saudades, a máquina cheia de fotos.
Mas a mala...
Ah, a mala já está fechada para iniciar hoje a viagem de regresso!
(Que vai demorar dois dias...)
Estou quase, quase aí!
Até já!
Mas a mala...
Ah, a mala já está fechada para iniciar hoje a viagem de regresso!
(Que vai demorar dois dias...)
Estou quase, quase aí!
Até já!
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Viagem
A mala está feita, só falta fechar, amanhã de manhã.
As meias, as calças, as t-shirts
O computador e a máquina fotográfica.
Preparei a apresentação que vou fazer e deixei o trabalho orientado.
As sopas para ficarem congeladas estão feitas.
No saco dela, alinha-se já a roupa para o fim de semana que vai passar com o pai e os avós.
Tudo pronto para esta 1a semana fora
Longe dela. 7 dias. 7 noites.
Tudo.
Menos eu...
As meias, as calças, as t-shirts
O computador e a máquina fotográfica.
Preparei a apresentação que vou fazer e deixei o trabalho orientado.
As sopas para ficarem congeladas estão feitas.
No saco dela, alinha-se já a roupa para o fim de semana que vai passar com o pai e os avós.
Tudo pronto para esta 1a semana fora
Longe dela. 7 dias. 7 noites.
Tudo.
Menos eu...
quarta-feira, janeiro 30, 2008
13 meses
E hoje, o dia é de muito mimo, todo o colo que podemos dar, entre antibioticos e benurons...
Ontem 4 horas com ela nas urgências, suspeita de pneumonia, RX, afinal é "só" uma bronquiolite. A primeira.
A noite foi terrivel, com febre alta entre medicações, a recusar o antibiotico e a cuspi-lo quando lho tentamos dar a força. Muito aflita para respirar.
A máquina dos aerossóis parece que vai mesmo ter de começar a fazer parte da mobilia lá de casa.
E parte-me o coração ver a minha menina assim.
Ontem 4 horas com ela nas urgências, suspeita de pneumonia, RX, afinal é "só" uma bronquiolite. A primeira.
A noite foi terrivel, com febre alta entre medicações, a recusar o antibiotico e a cuspi-lo quando lho tentamos dar a força. Muito aflita para respirar.
A máquina dos aerossóis parece que vai mesmo ter de começar a fazer parte da mobilia lá de casa.
E parte-me o coração ver a minha menina assim.
domingo, janeiro 27, 2008
Rescaldo
(da noite de gajas)
de tanto dançar, redescobri musculos que julgava perdidos há quase 2 anos!
E soube tãoooo bem!
de tanto dançar, redescobri musculos que julgava perdidos há quase 2 anos!
E soube tãoooo bem!
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Ladies Night!
Hoje! É hoje!
Ao fim de mais de 1 ano, vou sair à noite!
Sem marido, nem filha, um jantar só de gajas!
Eba, Eba, Eba!!!
Ao fim de mais de 1 ano, vou sair à noite!
Sem marido, nem filha, um jantar só de gajas!
Eba, Eba, Eba!!!
sábado, janeiro 19, 2008
Ar puro!
Este blog congratula-se de forma exuberante com a qualidade do ar que agora se respira nos cafés e pastelarias, nos shoppings, nos restaurantes!
Ah! Lei mai linda!
Ah! Lei mai linda!
domingo, janeiro 13, 2008
quinta-feira, janeiro 10, 2008
É Natal!
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Esfomeada
é como anda a pirralha cá de casa!
De um pisco esquisito, passou a comer em quantidades industriais (para um bébé claro)!
Está assim há dois dias e acho que não deve durar muitos mais, mas tem sabido tão bem não ter que lhe implorar para comer duas ou três colheres de sopa!
Assim dá gosto, pá.
De um pisco esquisito, passou a comer em quantidades industriais (para um bébé claro)!
Está assim há dois dias e acho que não deve durar muitos mais, mas tem sabido tão bem não ter que lhe implorar para comer duas ou três colheres de sopa!
Assim dá gosto, pá.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Finalmente, melhor
e passou. De repente como veio.
Qual nuvem soprada por vento forte.
Ou com medo da consulta dos 12 meses! Mas o que importa é que a pirralha já está melhor, ainda que não tenhamos chegado a saber o que foi, de onde veio.
E por falar em consulta dos 12 meses e porque a mãe cá de casa é pouco dada a essas números, e ainda hoje cometi uma gafe na dita da consulta, aqui ficam para a posteridade:
Peso- ligeiramente abaixo do percentil 50, justificado pela perda de peso dos ultimos dias
Altura- ligeiramente acima do percentil 95 (sem comentários)
Está enorme e com corpinho de sereia, disse a doutora.
Enorme, lingrinhas e linda, disse a mãe!
Outros factos a registar:
Corre a casa toda agarrada às coisas. Quando o objecto ou pessoa desejada está mais longe, atira-se ao chão e gatinha a alta velocidade.
Diz Mãmã (quando está enrascada, com mimo e durante a noite), diz Papá (sempre! é a primeira palavra que diz quando acorda. Custou mas foi.), Olá, Já está, Gato, Tété e.. acho que é só.
Percebe quase tudo o que lhe dizemos, reconhece n bonecos e objectos pelo nome.
Comer sopa, só com muita conversa e brincadeira e brinquedos atirados para o chão. Comida de gente grande, acha graça a quase tudo e está sempre pronta a experimentar, mas ainda não come em quantidade decente, por isso continuamos a insistir na sopa. Adora bacalhau assado com azeite e alho (pudera!), ovo cozido, frango, arroz. É pouco dada a batatas cozidas e fruta também, só a pedido de muitas familias e em dias impares.
Comer com o pai, é que... nem pensar. Prefere passar fome o dia todo. Já não sei que lhes faça aos 2! (e em Fevereiro vou estar 1 semana nos EUA e eles sozinhos em casa...)
Continua a acordar 1 ou 2 vezes por noite para o leitinho da praxe (estamos a tentar eliminar um deles, mas não está fácil). Dorme completamente destapada, não tolera qualquer manta, cobertor, edredon ou afim em cima dela. E se insistimos, acorda e chora possessa, a que horas for a pontapear a roupa. Enfia-la num saco de dormir, é menos mau, mas continua a render-me vários levantes nocturnos. Já desisti e agora deito-a com pijamas polares para evitar chatices.
A chucha continua a ser companheira apenas nos momentos de mimo e na hora de ir para a caminha, altura em que obrigatoriamente se faz acompanhar da inevitável fralda de pano. (Há coisas em que os miúdos são quase todos iguais, não é?!)
Mãe para tudo! É a vontade dela, cada vez mais. É mesmo menina da mãmã, não há como negá-lo. Às vezes, parece que se lhe fizesse o jeito entrava novamente para a minha barriga!
Foi sempre uma miúda de sorriso muito fácil, mas raramente a ouviamos gargalhar. Agora não! Tem uma gargalhada sonora e contagiante que parece gostar ela própria de ouvir. E fá-lo várias vezes.
E está tão gira, meiga, expressiva, linda, pá!
Qual nuvem soprada por vento forte.
Ou com medo da consulta dos 12 meses! Mas o que importa é que a pirralha já está melhor, ainda que não tenhamos chegado a saber o que foi, de onde veio.
E por falar em consulta dos 12 meses e porque a mãe cá de casa é pouco dada a essas números, e ainda hoje cometi uma gafe na dita da consulta, aqui ficam para a posteridade:
Peso- ligeiramente abaixo do percentil 50, justificado pela perda de peso dos ultimos dias
Altura- ligeiramente acima do percentil 95 (sem comentários)
Está enorme e com corpinho de sereia, disse a doutora.
Enorme, lingrinhas e linda, disse a mãe!
Outros factos a registar:
Corre a casa toda agarrada às coisas. Quando o objecto ou pessoa desejada está mais longe, atira-se ao chão e gatinha a alta velocidade.
Diz Mãmã (quando está enrascada, com mimo e durante a noite), diz Papá (sempre! é a primeira palavra que diz quando acorda. Custou mas foi.), Olá, Já está, Gato, Tété e.. acho que é só.
Percebe quase tudo o que lhe dizemos, reconhece n bonecos e objectos pelo nome.
Comer sopa, só com muita conversa e brincadeira e brinquedos atirados para o chão. Comida de gente grande, acha graça a quase tudo e está sempre pronta a experimentar, mas ainda não come em quantidade decente, por isso continuamos a insistir na sopa. Adora bacalhau assado com azeite e alho (pudera!), ovo cozido, frango, arroz. É pouco dada a batatas cozidas e fruta também, só a pedido de muitas familias e em dias impares.
Comer com o pai, é que... nem pensar. Prefere passar fome o dia todo. Já não sei que lhes faça aos 2! (e em Fevereiro vou estar 1 semana nos EUA e eles sozinhos em casa...)
Continua a acordar 1 ou 2 vezes por noite para o leitinho da praxe (estamos a tentar eliminar um deles, mas não está fácil). Dorme completamente destapada, não tolera qualquer manta, cobertor, edredon ou afim em cima dela. E se insistimos, acorda e chora possessa, a que horas for a pontapear a roupa. Enfia-la num saco de dormir, é menos mau, mas continua a render-me vários levantes nocturnos. Já desisti e agora deito-a com pijamas polares para evitar chatices.
A chucha continua a ser companheira apenas nos momentos de mimo e na hora de ir para a caminha, altura em que obrigatoriamente se faz acompanhar da inevitável fralda de pano. (Há coisas em que os miúdos são quase todos iguais, não é?!)
Mãe para tudo! É a vontade dela, cada vez mais. É mesmo menina da mãmã, não há como negá-lo. Às vezes, parece que se lhe fizesse o jeito entrava novamente para a minha barriga!
Foi sempre uma miúda de sorriso muito fácil, mas raramente a ouviamos gargalhar. Agora não! Tem uma gargalhada sonora e contagiante que parece gostar ela própria de ouvir. E fá-lo várias vezes.
E está tão gira, meiga, expressiva, linda, pá!
domingo, janeiro 06, 2008
On and on
Continua a diarreia. Os vómitos foram acto isolado da noite de passagem de ano e não tem mais nenhum sintoma.
Dois médicos depois e continuamos sem um diagnóstico.
Ela perde peso e apetite mas não a boa disposição.
Nós perdemos a conta ao numero de fraldas e roupa que mudamos por dia.
Para ela o muda-fraldas é já um objecto a erradicar da mobilia.
Faz amanhã 1 semana que está assim. Raios!
Dois médicos depois e continuamos sem um diagnóstico.
Ela perde peso e apetite mas não a boa disposição.
Nós perdemos a conta ao numero de fraldas e roupa que mudamos por dia.
Para ela o muda-fraldas é já um objecto a erradicar da mobilia.
Faz amanhã 1 semana que está assim. Raios!
terça-feira, janeiro 01, 2008
segunda-feira, dezembro 31, 2007
2007
Foi um ano marcante para nós.
Foi ano de receber e dar como poucos.
Sorrisos, abraços, palavras, lágrimas e confidências.
Foi ano de crescer por dentro e por fora.
Foi ano de ganhar muito mas também de perder tantos...
Ano de quereres, de vontades, de refreios e de lamentos.
De vida.
De ti.
De mim.
De nós.
E só por isso
Mágico.
Foi ano de receber e dar como poucos.
Sorrisos, abraços, palavras, lágrimas e confidências.
Foi ano de crescer por dentro e por fora.
Foi ano de ganhar muito mas também de perder tantos...
Ano de quereres, de vontades, de refreios e de lamentos.
De vida.
De ti.
De mim.
De nós.
E só por isso
Mágico.
domingo, dezembro 30, 2007
sábado, dezembro 29, 2007
Faz hoje 1 ano - II
e entravámos no Hospital para o início do fim da viagem que começamos exactamente 40 semanas antes.
Hoje, acordas estremunhada de um qualquer sonho agitado e exiges que te aconchegue.
Hoje, acordas estremunhada de um qualquer sonho agitado e exiges que te aconchegue.
Faz hoje 1 ano - I
E a esta hora já eu me torcia de dores, encostada às paredes de casa, enquanto desenrolava mentalmente a lista de todos os palavrões que conheço!
Agora, corres pela sala a empurrar um banco a alta velocidade...
Agora, corres pela sala a empurrar um banco a alta velocidade...
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Do Natal
Passou quase despercebido no blog, mas vivemo-lo de forma mágica.
O primeiro Natal dela!
Que com ele, trouxe também os seus primeiros passos sozinha.
Pequenos e inconstantes mas seguros e cheios do entusiasmo próprio das grandes conquistas.
Estás tão Crescida filha...
O primeiro Natal dela!
Que com ele, trouxe também os seus primeiros passos sozinha.
Pequenos e inconstantes mas seguros e cheios do entusiasmo próprio das grandes conquistas.
Estás tão Crescida filha...
quarta-feira, dezembro 19, 2007
domingo, dezembro 16, 2007
domingo, dezembro 09, 2007
Natal
ganhou um brilho muito, muito mais especial desde que o vejo-o refletido nos teus olhos, filha!
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Conquistas ou Ai gosto tanto disto, Mãe!

escusado será dizer que disto, muito pouco chega ao estômago por mão própria, mas o ar satisfeito dela enquanto chafurda é impagável!
Até agora ainda não recusou nenhum alimento sólido que lhe tenhamos oferecido.
Mas o Créme de la créme de todas as preferências é sem sombra de dúvida... Queijo!
Quem sai aos seus...
Actualização
Finalmente!
Estivemos 5 dias sozinhas, o que me tirou completamente o tempo para qualquer outra coisa que não ela e uns bocadinhos (básicos) de mim (e de vez em quando!).
O pai regressou bem, matamos todos as saudades e cá estamos de volta.
Em branco e sem palavras passou o 11º mês da pirralha.
A mãe redime-se já de seguida.
Estivemos 5 dias sozinhas, o que me tirou completamente o tempo para qualquer outra coisa que não ela e uns bocadinhos (básicos) de mim (e de vez em quando!).
O pai regressou bem, matamos todos as saudades e cá estamos de volta.
Em branco e sem palavras passou o 11º mês da pirralha.
A mãe redime-se já de seguida.
terça-feira, novembro 27, 2007
O regresso
Afinal foi fácil. Sem preparação ou método. A carga de trabalho, coisas para fazer e outras para deixar feitas, a isso obrigaram.
E ainda bem. Quando dei conta já estava e ir e quando voltei a reparar já regressava.
Foi bom. Correu tudo bem, comigo e com ela.
O facto de sentir/pensar que estas pequeninas separações a ela também lhe fazem bem, ajudou. Acho importante que ela se sinta bem em vária situações, mesmo que eu não esteja por perto. É isto que quero para ela, uma menina segura, com capacidade de adaptação q.b.
É claro que é dificil deixa-la ficar, mas também me soube bem, fazer coisas de mulher, de cientista, sem pensar em fraldas, biberons ou colheres de sopa.
Sinto falta, preciso disto para me equilibrar.
E pela 1a vez desde p'raí os 5 meses de gravidez, voltei a dormir uma noite sem interrupções. Ahhhhh
E ouvi-la choramingar "Ah mama" quando mesmo a dormir me sentiu de novo perto dela, encheu-me o peito.
Os avós e o Pai fizeram um bom trabalho, obrigada a eles!
E ainda bem. Quando dei conta já estava e ir e quando voltei a reparar já regressava.
Foi bom. Correu tudo bem, comigo e com ela.
O facto de sentir/pensar que estas pequeninas separações a ela também lhe fazem bem, ajudou. Acho importante que ela se sinta bem em vária situações, mesmo que eu não esteja por perto. É isto que quero para ela, uma menina segura, com capacidade de adaptação q.b.
É claro que é dificil deixa-la ficar, mas também me soube bem, fazer coisas de mulher, de cientista, sem pensar em fraldas, biberons ou colheres de sopa.
Sinto falta, preciso disto para me equilibrar.
E pela 1a vez desde p'raí os 5 meses de gravidez, voltei a dormir uma noite sem interrupções. Ahhhhh
E ouvi-la choramingar "Ah mama" quando mesmo a dormir me sentiu de novo perto dela, encheu-me o peito.
Os avós e o Pai fizeram um bom trabalho, obrigada a eles!
terça-feira, novembro 20, 2007
1ª Separação
alguém me explica como é que uma mãe-galinha se prepara psicológicamente para a primeira separação nocturna (2 dias e 2 noites) do seu rebento-mais-que-precioso...?
(vou participar num congresso em Lisboa, esta 6ª e Sábado, e na impossibilidade de irmos todos, ela vai ficar entregue ao pai e aos avós.)
(vou participar num congresso em Lisboa, esta 6ª e Sábado, e na impossibilidade de irmos todos, ela vai ficar entregue ao pai e aos avós.)
sábado, novembro 17, 2007
Tio
Eras desprendido
de poucas falas
não davas os parabéns
nem ovos na Páscoa
Assistias à troca de presentes no Natal, sem nada oferecer e ficavas envergonhadamente calado aos presentes que recebias.
Poucas vezes dizias obrigado e nunca te ouvi pedir desculpa.
E no entanto, tantas vezes vi através dos teus olhos mudos o coração grande que sabia que tinhas.
E mostras-te-o com gestos, a todos os que precisaram
Mesmo aqueles que não acreditavam
Mesmo no fim.
Vou lembrar com alegria o teu riso, que de raro, era contagiantemente sincero.
E os sorrisos.
Os últimos deste-os à Inês
Em troca dos dela, que sem te conhecer dava a miúde.
Brilhavam-te os olhos cansados. Acho que pela última vez.
Senti-te o corpo grande, magro, cheio de roupa que não parecia tua
Os óculos que escorregavam no rosto sem forças
E tu,
Que nunca foste de palavras fáceis
A quem nunca tinha visto chorar
Olhaste-me de olhos marejados, sem qualquer pudor de alma e disseste-me que não tinhas dores, que a doença era muda, que te levava as forças todos os dias. Não querias fazer o tratamento, não eras capaz. Que já tinhas vivido muito, que só não querias... só não querias sofrer muito tempo.
E assim foi, ainda que qualquer tempo tenha sido tempo de mais.
Morreste como viveste
sozinho
apesar de haver gente por perto.
Ninguém te segurou a mão.
E isso dói-me.
Vejo-te a percorrer a pé,o caminho que tantas e tantas vezes fazias a caminho de casa, quando vinhas almoçar ou jantar.
Vinhas a sorrir quando me vias e é assim que te vou guardar
Ainda que sem esquecer o resto
Mas o resto não eras tu
Era a doença a quem já tinhas vencido batalhas
Mas que te ganhou a luta da vida.
Acho que não eras deste mundo
Espero que encontres o teu lugar.
Até um dia, meu Tio.
de poucas falas
não davas os parabéns
nem ovos na Páscoa
Assistias à troca de presentes no Natal, sem nada oferecer e ficavas envergonhadamente calado aos presentes que recebias.
Poucas vezes dizias obrigado e nunca te ouvi pedir desculpa.
E no entanto, tantas vezes vi através dos teus olhos mudos o coração grande que sabia que tinhas.
E mostras-te-o com gestos, a todos os que precisaram
Mesmo aqueles que não acreditavam
Mesmo no fim.
Vou lembrar com alegria o teu riso, que de raro, era contagiantemente sincero.
E os sorrisos.
Os últimos deste-os à Inês
Em troca dos dela, que sem te conhecer dava a miúde.
Brilhavam-te os olhos cansados. Acho que pela última vez.
Senti-te o corpo grande, magro, cheio de roupa que não parecia tua
Os óculos que escorregavam no rosto sem forças
E tu,
Que nunca foste de palavras fáceis
A quem nunca tinha visto chorar
Olhaste-me de olhos marejados, sem qualquer pudor de alma e disseste-me que não tinhas dores, que a doença era muda, que te levava as forças todos os dias. Não querias fazer o tratamento, não eras capaz. Que já tinhas vivido muito, que só não querias... só não querias sofrer muito tempo.
E assim foi, ainda que qualquer tempo tenha sido tempo de mais.
Morreste como viveste
sozinho
apesar de haver gente por perto.
Ninguém te segurou a mão.
E isso dói-me.
Vejo-te a percorrer a pé,o caminho que tantas e tantas vezes fazias a caminho de casa, quando vinhas almoçar ou jantar.
Vinhas a sorrir quando me vias e é assim que te vou guardar
Ainda que sem esquecer o resto
Mas o resto não eras tu
Era a doença a quem já tinhas vencido batalhas
Mas que te ganhou a luta da vida.
Acho que não eras deste mundo
Espero que encontres o teu lugar.
Até um dia, meu Tio.
sexta-feira, novembro 16, 2007
depois tocou o telefone
Passei o dia incomodada, pensativa, quase triste
Fui trabalhar com as ideias em turbilhão
E procurei causas
Questionei-me
Fiz um esforço e sairam sorrisos
Continuei incomodada
E continuei a questionar
Encontrei causas
Continuei a pensar
E depois tocou o telefone e disseram-me que morreste.
(adenda: está tudo bem com a Ines)
Fui trabalhar com as ideias em turbilhão
E procurei causas
Questionei-me
Fiz um esforço e sairam sorrisos
Continuei incomodada
E continuei a questionar
Encontrei causas
Continuei a pensar
E depois tocou o telefone e disseram-me que morreste.
(adenda: está tudo bem com a Ines)
terça-feira, novembro 13, 2007
Um dia de cão
A noite tinha sido pior que má, com a pirralha rouca, cheia de febre e sem conseguir dormir.
Amanhece com os olhos chorosos e o pai ficou com ela em casa que a mãe tinha uma reunião de trabalho inadiável. A cafeína colaborou na dificil tarefa de manter os olhos abertos e a cabeça a funcionar.
Ao chegar a casa, reparei que aquele olho vermelho que parecia anunciar uma constipação iminente, se tinha transformado num olho muito vermelho, inchado e cheio de pus. O L. teve de sair para uma formação e eu segui com ela para as urgências.
Tudo rápido e eficiente, 30 min depois de chegarmos estavamos a fazer o primeiro aerossol da vida dela, para a laringe inflamada (e que drama foi...!) e 1h depois saiamos com o diagnostico de uma bébé mto simpática, de laringe inflamada e com uma infecção no olho esquerdo que obrigou a antibiótico local.
Sem dormir, cheia de fome, resmungava no banco de trás enquanto eu procurava a farmácia de serviço, e cantava todas as canções infantis ou não que me lembrava. Adormeceu imediatamente antes de estacionarmos à porta de casa. Ora bolas!
Lá a tirei com jeitinho, resmungou mas não acordou.
Ela nos braços, mais o computador, o saco dela, a minha carteira, a chucha que entretanto caiu no chão, a chave do carro e a chave de casa... Escusado será dizer que a tarefa de abrir a porta de casa sem que ela acordassse, era virtualmente impossível. E foi.
Mais resmnunguisse, olha o gato e uns sorrisos pelo meio, muito esfregar de olhos (que dá um jeitaço à infecção) e 20 min depois, estava de fralda mudada, pijama vestido, aninhada ao meu colo, enquanto se consolava de olhos fechados com um biberon de leite (sim que eu gosto muito que a menina coma bem, mas não ia depois disto tudo comprar uma guerra para lhe dar meia-dúzia de colheres de sopa!).
Aterrei no sofá. Passado um bocado a fome deu-me forças para por a torradeira e o microndas a funcionar e as 22:30h estava na caminha, com uma dor de costas tremenda (2 horas com ela ao colo nas urgências é dose!).
A noite foi mais calma, o olho acordou mais inchado, mas ela mais bem disposta. Ficou feliz ao chegar ao infantário.
E eu sorrio com ela.
Amanhece com os olhos chorosos e o pai ficou com ela em casa que a mãe tinha uma reunião de trabalho inadiável. A cafeína colaborou na dificil tarefa de manter os olhos abertos e a cabeça a funcionar.
Ao chegar a casa, reparei que aquele olho vermelho que parecia anunciar uma constipação iminente, se tinha transformado num olho muito vermelho, inchado e cheio de pus. O L. teve de sair para uma formação e eu segui com ela para as urgências.
Tudo rápido e eficiente, 30 min depois de chegarmos estavamos a fazer o primeiro aerossol da vida dela, para a laringe inflamada (e que drama foi...!) e 1h depois saiamos com o diagnostico de uma bébé mto simpática, de laringe inflamada e com uma infecção no olho esquerdo que obrigou a antibiótico local.
Sem dormir, cheia de fome, resmungava no banco de trás enquanto eu procurava a farmácia de serviço, e cantava todas as canções infantis ou não que me lembrava. Adormeceu imediatamente antes de estacionarmos à porta de casa. Ora bolas!
Lá a tirei com jeitinho, resmungou mas não acordou.
Ela nos braços, mais o computador, o saco dela, a minha carteira, a chucha que entretanto caiu no chão, a chave do carro e a chave de casa... Escusado será dizer que a tarefa de abrir a porta de casa sem que ela acordassse, era virtualmente impossível. E foi.
Mais resmnunguisse, olha o gato e uns sorrisos pelo meio, muito esfregar de olhos (que dá um jeitaço à infecção) e 20 min depois, estava de fralda mudada, pijama vestido, aninhada ao meu colo, enquanto se consolava de olhos fechados com um biberon de leite (sim que eu gosto muito que a menina coma bem, mas não ia depois disto tudo comprar uma guerra para lhe dar meia-dúzia de colheres de sopa!).
Aterrei no sofá. Passado um bocado a fome deu-me forças para por a torradeira e o microndas a funcionar e as 22:30h estava na caminha, com uma dor de costas tremenda (2 horas com ela ao colo nas urgências é dose!).
A noite foi mais calma, o olho acordou mais inchado, mas ela mais bem disposta. Ficou feliz ao chegar ao infantário.
E eu sorrio com ela.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Dentes
E o sorriso-2-dentinhos que me derrete, está prestes a sofrer um upgrade. Outro dente já tem a ponta de fora.
Mas ao contrário do que era "suposto" em vez de um incisivo superior, vem aí um incisivo lateral inferior.
E esta, hein?!
Mas ao contrário do que era "suposto" em vez de um incisivo superior, vem aí um incisivo lateral inferior.
E esta, hein?!
terça-feira, outubro 30, 2007
Coração
E aperta-se-me o coração de neta.
Tenho tanto medo por ti, avó.
Não pela força que sei que tens, pela coragem que apregoas, mas não sei se o teu coração sofrido de mãe te vai ajudar.
Coração generoso, mas tão cansado, magoado, doente.
Queria tanto poder estar aí, contigo, com ele. Segurar-te a mão, confortar-te as mágoas, disfarçar a ansiedade e falar-te das coisas boas.
Mãe nenhuma devia ter que passar por isso. Tu muito menos.
E eu aqui.
Longe.
Com o meu coração de neta e de mãe, fundidos num só, à espera de te ouvir, bem, depois de tudo.
Tenho tanto medo por ti, avó.
Não pela força que sei que tens, pela coragem que apregoas, mas não sei se o teu coração sofrido de mãe te vai ajudar.
Coração generoso, mas tão cansado, magoado, doente.
Queria tanto poder estar aí, contigo, com ele. Segurar-te a mão, confortar-te as mágoas, disfarçar a ansiedade e falar-te das coisas boas.
Mãe nenhuma devia ter que passar por isso. Tu muito menos.
E eu aqui.
Longe.
Com o meu coração de neta e de mãe, fundidos num só, à espera de te ouvir, bem, depois de tudo.
segunda-feira, outubro 29, 2007
and the winner is
Axiss da Bebe Confort

Estivemos até à última indecisos entre a Axiss e a Tobi da Maxi-cosi. Visualmente acho a Tobi mais fora do vulgar e tinha excelente desempenhos nos testes de segurança.
Mas gostámos mais do sistema de fixar a Axiss ao carro, muito simples e intuitivo, mas muito completo e seguro. O tecido sintético pareceu-nos bastante resistente, ao contrario da Tobi que por ser muito fino e macio, se deve estragar mais fácilmente. Gostamos do ajuste da cabeça, das protecções laterais e da forma de reclinar a cadeira. O sistema inovador de rodar a cadeira para podermos confortavelmente colocar a Ines e ajustar tudo de frente para nós, marcou pontos. Principalmente para quem tem um bébé grande, vale a pena.


Ainda espreitamos a Römer que é sempre muito bem cotada nos testes, mas o facto de praticamente não reclinar fez-nos logo po-la de parte.
O preço não é nada convidativo! Nadinha.
Mas demos o dinheiro por bem empregue.
Para quem também anda nestas andanças, aconselho a valorizarem o facto de a cadeira ter cintos (arnês) próprio e a forma como a cadeira se fixa ao banco do carro, de preferência com o cinto de segurança a passar na frente da cadeira e nas costas (a maioria continua a passar apenas nas costas) e com um sistema de prensa que permita tirar a folga que todos os cintos de segurança têm. Chegámos a conclusão que é este um dos factores principais que faz as cadeiras, a partir de determinado nivel de qualidade, terem melhores ou piores desempenhos nos choques frontais dos crash-test.

Estivemos até à última indecisos entre a Axiss e a Tobi da Maxi-cosi. Visualmente acho a Tobi mais fora do vulgar e tinha excelente desempenhos nos testes de segurança.
Mas gostámos mais do sistema de fixar a Axiss ao carro, muito simples e intuitivo, mas muito completo e seguro. O tecido sintético pareceu-nos bastante resistente, ao contrario da Tobi que por ser muito fino e macio, se deve estragar mais fácilmente. Gostamos do ajuste da cabeça, das protecções laterais e da forma de reclinar a cadeira. O sistema inovador de rodar a cadeira para podermos confortavelmente colocar a Ines e ajustar tudo de frente para nós, marcou pontos. Principalmente para quem tem um bébé grande, vale a pena.


Ainda espreitamos a Römer que é sempre muito bem cotada nos testes, mas o facto de praticamente não reclinar fez-nos logo po-la de parte.
O preço não é nada convidativo! Nadinha.
Mas demos o dinheiro por bem empregue.
Para quem também anda nestas andanças, aconselho a valorizarem o facto de a cadeira ter cintos (arnês) próprio e a forma como a cadeira se fixa ao banco do carro, de preferência com o cinto de segurança a passar na frente da cadeira e nas costas (a maioria continua a passar apenas nas costas) e com um sistema de prensa que permita tirar a folga que todos os cintos de segurança têm. Chegámos a conclusão que é este um dos factores principais que faz as cadeiras, a partir de determinado nivel de qualidade, terem melhores ou piores desempenhos nos choques frontais dos crash-test.
terça-feira, outubro 23, 2007
Serviço público
Chegou a altura de mudar a cadeira para o carro, onde viaja a pirralha.
A que temos já não cumpre bem o seu papel e isso deixa-me insegura, quando viajamos.
À boa maneira da mãe lá de casa (moi!) toca de começar a vasculhar tudo o que é crash-test, Deco testes, baby world reviews e outros afins, virar a net de fio a pavio em busca de um consenso. Certo? Errado.
Quer dizer, a procura tem sido exaustiva e o consenso até existe. Pelo menos na teoria, sim.
Bebe confort, Maxi-cosi e Römer em grande estilo, cheias de estrelinhas. Mas quando, de testes em punho me dirijo a uma loja, a fim de testar as cadeiras ao vivo, a cores, e claro, com a Inês a tiracolo, me fogem as certezas que trazia. Uma das mais seguras (Max-Cosi Tobi), parece menos confortável, a mais prática, gira e cara, é tão recente (Axiss da Bebe confort) que ainda não foi testada, um modelo ligeiramente mais antigo (Bebe confort Iseos TT), confortável, bastante reclinável e que tinha boas performances, hoje nem sequer é testada.
Raios!
Valham-nos ao menos os preços! Sim, aqui pelo menos há consenso. As ditas melhores cadeiras, são todas caríssimas!
Claro que a segurança não tem preço e é esse o nosso critério essencial.
Mas foi impossível não divagar um bocadinho, sobre como viajarão as crianças de pais que por mais que amem os seus filhos, não conseguem inventar orçamento para dar entre 300 e 400 euros por uma destas pérolas. Injustiças...
Voltando aos modelos. Outro consenso: ISOFIX. Pois claro. E... quem não tem? Pois, neste ultimo teste da proteste fica a patinar, porque as soluções testadas sem o dito sistema são cada vez menos. Sendo o mais seguro, não me pareceria mal que lhe dessem prioridade, isto se o Isofix não fosse ainda tão pouco universal no nosso parque automóvel.
E para quando equipamentos para as crianças, com uma certificação idónea de qualidade e segurança com direito a autoculante assim

Resumindo, ainda não nos decidimos. Vamos fazer mais uma incursão hoje à loja, de testes na mão, a Inês e o automóvel para testar as facilidades de fixação apregoadas.
Deus nos ajude...
(Se quiserem os ficheiros pdf dos testes 2006 e 2007 da proteste, apitem!)
A que temos já não cumpre bem o seu papel e isso deixa-me insegura, quando viajamos.
À boa maneira da mãe lá de casa (moi!) toca de começar a vasculhar tudo o que é crash-test, Deco testes, baby world reviews e outros afins, virar a net de fio a pavio em busca de um consenso. Certo? Errado.
Quer dizer, a procura tem sido exaustiva e o consenso até existe. Pelo menos na teoria, sim.
Bebe confort, Maxi-cosi e Römer em grande estilo, cheias de estrelinhas. Mas quando, de testes em punho me dirijo a uma loja, a fim de testar as cadeiras ao vivo, a cores, e claro, com a Inês a tiracolo, me fogem as certezas que trazia. Uma das mais seguras (Max-Cosi Tobi), parece menos confortável, a mais prática, gira e cara, é tão recente (Axiss da Bebe confort) que ainda não foi testada, um modelo ligeiramente mais antigo (Bebe confort Iseos TT), confortável, bastante reclinável e que tinha boas performances, hoje nem sequer é testada.
Raios!
Valham-nos ao menos os preços! Sim, aqui pelo menos há consenso. As ditas melhores cadeiras, são todas caríssimas!
Claro que a segurança não tem preço e é esse o nosso critério essencial.
Mas foi impossível não divagar um bocadinho, sobre como viajarão as crianças de pais que por mais que amem os seus filhos, não conseguem inventar orçamento para dar entre 300 e 400 euros por uma destas pérolas. Injustiças...
Voltando aos modelos. Outro consenso: ISOFIX. Pois claro. E... quem não tem? Pois, neste ultimo teste da proteste fica a patinar, porque as soluções testadas sem o dito sistema são cada vez menos. Sendo o mais seguro, não me pareceria mal que lhe dessem prioridade, isto se o Isofix não fosse ainda tão pouco universal no nosso parque automóvel.
E para quando equipamentos para as crianças, com uma certificação idónea de qualidade e segurança com direito a autoculante assim

Resumindo, ainda não nos decidimos. Vamos fazer mais uma incursão hoje à loja, de testes na mão, a Inês e o automóvel para testar as facilidades de fixação apregoadas.
Deus nos ajude...
(Se quiserem os ficheiros pdf dos testes 2006 e 2007 da proteste, apitem!)
quinta-feira, outubro 18, 2007
Mimo ou Compensação por um começo difícil
Acordar às 6:30h com a Inês a palrar, arrastar-me até ao quarto, pegar-lhe ao colo na esperança de a tentar adormecer e perceber que está mijada até ao pescoço.
Mudar-lhe a fralda e trocar o pijama pela roupa do dia, enquanto ela se contorce no trocador cheia de sono e de birra.
Enfiar-lhe o biberão de leite na boca enquanto rezo a todos os santinhos para que hoje seja a excepção e ela queira mamar acordada.
Não come porque está acordada e tem sono, não dorme porque tem fome. Great!
A reza foi um fiasco e dirijo-me a cozinha para lhe preparar a papa que vai salvar este começo atribulado. A birra de sono mantém-se e o carrinho parece que tem pulgas de tanto que ela esperneia e resmunga.
10 minutos depois há mais papa em mim e no chão da sala que no estômago dela. Começo a ter de contar até 10 para manter a calma. Peço ao pai para tentar, enquanto tomo banho e respiro fundo. Saio do banho, a quantidade de papa no chão não aumentou mas no estômago dela também não.
Conto até 20 e consigo dar-lhe um iogurte morno (sim, a excelência não os come de outra maneira). Menos mal.
O pai tem de sair, beijinhos e até já.
A birra de sono mantém-se e visto-me ao som das resmunguices dela.
O saco dela, a minha carteira, a mala do portatil. Está tudo. Já vamos filha, já vamos. Falta o chapéu dela que 3 segundos depois está no chão. Saio de casa, agora é que é filha!, quando ao passar pelo jardim reparo no alguidar de roupa molhada por estender na varanda.
Subo o carrinho dela para a relva e passo para dentro da varanda para estender a dita roupa. Ela acha graça nos primeiro 50 segundos, depois o sono volta a tomar conta e recomeça a choraminguisse.
Antes que os vizinhos venham ver quem é a criança abandonada, começo a cantar "atirei comida ao gato", versão caseira de "atirei o pau ao gato" (mais educativa e salvaguardadora da saude dos bichos lá de casa)e ela sossega.
Canto as vezes necessárias para acabar de estender a roupa enquanto rezo para que nao passe nenhum vizinho e me veja nestas figuras.
Já está filha! Agora é que vamos mesmo. Deito-a na cadeira, arrumo o carro na mala e arranco rapidamente.
Ela adormece quase instantaneamente, eu suspiro fundo e 2 min depois esboço um sorriso.
Depois de a deixar no infantário (sem sobressaltos) e apesar de atrasada, ofereci a mim própria um cafezinho rápido a ver o mar, antes de começar a trabalhar.
Merecido, não acham?
Mudar-lhe a fralda e trocar o pijama pela roupa do dia, enquanto ela se contorce no trocador cheia de sono e de birra.
Enfiar-lhe o biberão de leite na boca enquanto rezo a todos os santinhos para que hoje seja a excepção e ela queira mamar acordada.
Não come porque está acordada e tem sono, não dorme porque tem fome. Great!
A reza foi um fiasco e dirijo-me a cozinha para lhe preparar a papa que vai salvar este começo atribulado. A birra de sono mantém-se e o carrinho parece que tem pulgas de tanto que ela esperneia e resmunga.
10 minutos depois há mais papa em mim e no chão da sala que no estômago dela. Começo a ter de contar até 10 para manter a calma. Peço ao pai para tentar, enquanto tomo banho e respiro fundo. Saio do banho, a quantidade de papa no chão não aumentou mas no estômago dela também não.
Conto até 20 e consigo dar-lhe um iogurte morno (sim, a excelência não os come de outra maneira). Menos mal.
O pai tem de sair, beijinhos e até já.
A birra de sono mantém-se e visto-me ao som das resmunguices dela.
O saco dela, a minha carteira, a mala do portatil. Está tudo. Já vamos filha, já vamos. Falta o chapéu dela que 3 segundos depois está no chão. Saio de casa, agora é que é filha!, quando ao passar pelo jardim reparo no alguidar de roupa molhada por estender na varanda.
Subo o carrinho dela para a relva e passo para dentro da varanda para estender a dita roupa. Ela acha graça nos primeiro 50 segundos, depois o sono volta a tomar conta e recomeça a choraminguisse.
Antes que os vizinhos venham ver quem é a criança abandonada, começo a cantar "atirei comida ao gato", versão caseira de "atirei o pau ao gato" (mais educativa e salvaguardadora da saude dos bichos lá de casa)e ela sossega.
Canto as vezes necessárias para acabar de estender a roupa enquanto rezo para que nao passe nenhum vizinho e me veja nestas figuras.
Já está filha! Agora é que vamos mesmo. Deito-a na cadeira, arrumo o carro na mala e arranco rapidamente.
Ela adormece quase instantaneamente, eu suspiro fundo e 2 min depois esboço um sorriso.
Depois de a deixar no infantário (sem sobressaltos) e apesar de atrasada, ofereci a mim própria um cafezinho rápido a ver o mar, antes de começar a trabalhar.
Merecido, não acham?
quarta-feira, outubro 17, 2007
segunda-feira, outubro 15, 2007
quinta-feira, outubro 11, 2007
Relatividades
Hoje de manhã, no trabalho, uma colega que não me via há alguns dias:
- Epá, estás mesmo com bom aspecto!
Revejo mental e rapidamente a indumentária do dia: top de alças, camisa enrugada, calças de ganga (e respectiva nódoa do bolsar matinal da Inês), ténis.
-Hmmm, estás a falar para mim?
- Claro! Sério, estás com um ar saudável. A Inês voltou a dormir bem?
-Sim, dentro do género. Estas duas últimas noites, já só me levantei 3 e 5 vezes, respectivamente...
-Ahn?! Só!?
-Pois...
- Epá, estás mesmo com bom aspecto!
Revejo mental e rapidamente a indumentária do dia: top de alças, camisa enrugada, calças de ganga (e respectiva nódoa do bolsar matinal da Inês), ténis.
-Hmmm, estás a falar para mim?
- Claro! Sério, estás com um ar saudável. A Inês voltou a dormir bem?
-Sim, dentro do género. Estas duas últimas noites, já só me levantei 3 e 5 vezes, respectivamente...
-Ahn?! Só!?
-Pois...
domingo, outubro 07, 2007
Ar puro
A febre deu finalmente tréguas! Nós aproveitámos a deixa, o céu azul e o sol, chamámos os gatos e armamos a barraca no jardim!
Segue a foto reportagem
Mãeee! Onde é que está o gato?


Ah! Encontrei!!

Pronto! Chega de Papparazi mãe...
sábado, outubro 06, 2007
Crescer
Com febre desde 2a feira, diarreia desde 4a, falta de apetite pelo meio, tudo patrocinado pelos dentinhos de cima que estão quase cá fora.
Apesar disso, não paras de querer crescer depressa!

Calma filha... calma...
domingo, setembro 30, 2007
9 meses
E eu olho-te com tantas e tão poucas palavras para te descrever e para descrever este amor.
Estás literalmente enorme!
(peso no percentil 50 e comprimento quase no percentil 90, a registar para a posteridade)
Mas mais do que grande, estás crescida.
Já gatinhas com perfeição e velocidade, o que te permite satisfazer o desejo perseguir os gatos cá de casa e respectivos rabos.
Tentas-te põr de pé agarrada a tudo o que encontras, mas esta habilidade ainda está em aperfeiçoamento.
A mãezite aguda instala-se mais firmemente e amplia raio de acção. É para dormir, é para comer, é para pôr a chucha a meio da noite, é para te tirar do chão mesmo quando alguém lá está a brincar contigo... Também por isso, dizes mãmã cada vez mais vezes, sempre com aquele tom de voz número 33 e os olhinhos suplicantes. (Sabe-la toda, é o que é!) Tentamos dar a volta à situação, dividindo o mais possivel as tuas tarefas com o pai, mas às vezes não dá (o berreiro desesperado assim obriga.)
O dentinhos de baixo dão-te um ar ainda mais castiço e os de cima (ainda por romper) umas dores valentes, a imaginar pelo aspecto das gengivas.
Danças e bates palminhas, quando te pedimos, quando ouves musica que te agrade ou até por veres ou ouvires aplausos na televisão.

Estás literalmente enorme!
(peso no percentil 50 e comprimento quase no percentil 90, a registar para a posteridade)
Mas mais do que grande, estás crescida.
Já gatinhas com perfeição e velocidade, o que te permite satisfazer o desejo perseguir os gatos cá de casa e respectivos rabos.
Tentas-te põr de pé agarrada a tudo o que encontras, mas esta habilidade ainda está em aperfeiçoamento.
A mãezite aguda instala-se mais firmemente e amplia raio de acção. É para dormir, é para comer, é para pôr a chucha a meio da noite, é para te tirar do chão mesmo quando alguém lá está a brincar contigo... Também por isso, dizes mãmã cada vez mais vezes, sempre com aquele tom de voz número 33 e os olhinhos suplicantes. (Sabe-la toda, é o que é!) Tentamos dar a volta à situação, dividindo o mais possivel as tuas tarefas com o pai, mas às vezes não dá (o berreiro desesperado assim obriga.)
O dentinhos de baixo dão-te um ar ainda mais castiço e os de cima (ainda por romper) umas dores valentes, a imaginar pelo aspecto das gengivas.
Danças e bates palminhas, quando te pedimos, quando ouves musica que te agrade ou até por veres ou ouvires aplausos na televisão.
Este Amor... Ah, este Amor é maior que eu.

sexta-feira, setembro 28, 2007
Fomos
e já voltamos.

Umas mini-férias, em terras de familia, com um casamento pelo meio.
Partimos um dia mais tarde que o previsto: uma gastroenterite da Inês a tal "obrigou".
Directos a casa da minha Avó, matei saudades nos abraços e sorrisos de quem nos anseava à meses de mais. Vi-lhes o amor nos olhos sempre que sorriam para a Inês, mas vi também a doença naquele tio gigante que hoje não parece mais que um menino assustado. Sabia-o assim, mas vê-lo e ouvi-lo da própria boca, ele que nunca foi de grandes palavras, partiu-me o coração e doeu-me fundo na alma. (e lembrei-me de novo delas)
O casamento era d'A amiga de sempre. Estava linda, de sorriso feliz e eu, com a Inês ao colo, emocionada até aos ossos, enquanto deixava passar na cabeça imagens do que foi crescermos juntas, mesmo quando ficámos longe.
Depois seguimos para cima, o cantinho do país onde estão os avós paternos. A Inês conheceu (finalmente...!) o tio J. e a tia E.
2 dias passados e começamos a descer novamente o país. Depois de 3 paragens (Vila Real, Ermesinde e Porto) para ver amigos, chegámos à cidade que sinto como minha e onde me sinto mais eu. É a luz, o cheiro, os sons, a ria. Passeámos como mais gosto, a pé, de manhã cedo, pelas ruas, sob o sol. Comprámos os inevitáveis ovos moles e sorri com amigos. Na cabeça flutuavam ideias perdidas, misto de saudades boas e desejos de voltar um dia.

E seguimos viagem. Regressámos a casa. E soube bem chegar, mais cansados do que partimos. Cheios de nós e com um bocadinho de todos os que visitámos.
sexta-feira, setembro 14, 2007
E estava mesmo!
Por um fio!
O dia oficial do início da mobilidade é hoje: a Inês começou a gatinhar!!
A velocidade ainda é pouca e sempre que está a chegar perto do objecto que quer atira-se ao chão e estica-se para o agarrar.
Mas gatinha!
e acabou-se o sossego...
O dia oficial do início da mobilidade é hoje: a Inês começou a gatinhar!!
A velocidade ainda é pouca e sempre que está a chegar perto do objecto que quer atira-se ao chão e estica-se para o agarrar.
Mas gatinha!
e acabou-se o sossego...
quinta-feira, setembro 13, 2007
Novidades
E a primeira palavra foi....
Mãmã!
(Conta a dita, inchada que nem um perú!!)
Disse a primeira vez, num acordar inesperado nocturno, choramingava baixinho, levantei-me em piloto automático até ao quarto dela e ao debruçar-me sobre a cama para lhe pegar ao colo, ouço "a mãmã" num tom choroso do mais mimalho que existe.
Ah! Filha linda! Qual sono qual carapuça! A mãe levanta-se as vezes que for preciso se prometeres falares-me sempre nesse tom de voz. Combinado?
Aprendeu esta semana a bater palminhas, a dizer adeus (quando quer, claro) e a cuspir a comida com uma cara girissima (esta parte não lhe dizemos) quando não lhe agrada. Já se tenta levantar agarrada tudo e saber gatinhar está por um fio.
Há coisas fantásticas, não há?!
Mãmã!
(Conta a dita, inchada que nem um perú!!)
Disse a primeira vez, num acordar inesperado nocturno, choramingava baixinho, levantei-me em piloto automático até ao quarto dela e ao debruçar-me sobre a cama para lhe pegar ao colo, ouço "a mãmã" num tom choroso do mais mimalho que existe.
Ah! Filha linda! Qual sono qual carapuça! A mãe levanta-se as vezes que for preciso se prometeres falares-me sempre nesse tom de voz. Combinado?
Aprendeu esta semana a bater palminhas, a dizer adeus (quando quer, claro) e a cuspir a comida com uma cara girissima (esta parte não lhe dizemos) quando não lhe agrada. Já se tenta levantar agarrada tudo e saber gatinhar está por um fio.
Há coisas fantásticas, não há?!
segunda-feira, setembro 03, 2007
Coração de mãe
Decidimos tentar.
Por nós, todos. Ainda que no fundo, soubessemos que ela era quem mais "perdia".
"Vai ser bom. Fica mais perto de nós.
Nós ficamos mais desafogados. E também com mais tempo."
Mas comecei a dormir mal. A sonhar, com a mudança. Com pormenores, que para mim não o são só. Tentava racionalizar, em silêncio para mim, em voz alta para ele e às vezes para ela.
Mas.
Por isso quis voltar lá, desta vez com ela. Para tentar tirar dúvidas,ver a reacção dela e acima de tudo das pessoas com ela. Quis vê-la lá, comigo.
Vim com mais Mas.
Não gosto de Mas. Não destes, que não são óbvios, mas têm a força de vir de dentro.
Tentei mas não consegui. Estava a ir contra mim. Contra tudo o que sentia. Não a via lá bem, não senti o carinho nas pessoas, não gostei de isto e daquilo.
Como podia ir fazer-lhe isso a ela? E a mim?
Sentia-me a traí-la, sabia que não ia ser bom e ia pensava em fazê-lo na mesma, "só" porque o esforço é grande em muitos sentidos. Porque é difícil.
Mas perante a alternativa, o dificil agora parece-me fácil.
E se o meu coração de mãe se aperta assim, não é desta que vou contra ele. Não estou habituada a que me engane.
Devia começar amanhã no infantário novo.
Mas não.
Regressou hoje ao de sempre.
E foram tantos os sorrisos, os mimos, as alegrias.
E eu vim de coração cheio e um sorriso na alma.
E esta noite já não tive sonhos maus.
Por nós, todos. Ainda que no fundo, soubessemos que ela era quem mais "perdia".
"Vai ser bom. Fica mais perto de nós.
Nós ficamos mais desafogados. E também com mais tempo."
Mas comecei a dormir mal. A sonhar, com a mudança. Com pormenores, que para mim não o são só. Tentava racionalizar, em silêncio para mim, em voz alta para ele e às vezes para ela.
Mas.
Por isso quis voltar lá, desta vez com ela. Para tentar tirar dúvidas,ver a reacção dela e acima de tudo das pessoas com ela. Quis vê-la lá, comigo.
Vim com mais Mas.
Não gosto de Mas. Não destes, que não são óbvios, mas têm a força de vir de dentro.
Tentei mas não consegui. Estava a ir contra mim. Contra tudo o que sentia. Não a via lá bem, não senti o carinho nas pessoas, não gostei de isto e daquilo.
Como podia ir fazer-lhe isso a ela? E a mim?
Sentia-me a traí-la, sabia que não ia ser bom e ia pensava em fazê-lo na mesma, "só" porque o esforço é grande em muitos sentidos. Porque é difícil.
Mas perante a alternativa, o dificil agora parece-me fácil.
E se o meu coração de mãe se aperta assim, não é desta que vou contra ele. Não estou habituada a que me engane.
Devia começar amanhã no infantário novo.
Mas não.
Regressou hoje ao de sempre.
E foram tantos os sorrisos, os mimos, as alegrias.
E eu vim de coração cheio e um sorriso na alma.
E esta noite já não tive sonhos maus.
sexta-feira, agosto 31, 2007
Gostos
quarta-feira, agosto 29, 2007
A fazer-se dificil
Géniozinho este, o dela.
Hoje e amanhã tenho de realizar umas actividades de educação ambiental previstas já há 3 meses. Assim e como a pirralha está em casa por fecho de infantário, o pai mudou as folgas para estes mesmos dias de modo a poder ficar com ela.
Pai é pai, ela até já tem permitido que seja ele a deita-la sem chinfrins de maior. Deixo as comidas preparadas, é só até à hora de almoço. Tudo pacífico, certo?
ERRADO. Nada mais errado.
Mamou às 8h da manhã, biberon dado pelo pai.
Às 11h telefono a saber noticias, tudo calmo a pirralha dorme, como de costume, um bocadinho antes de almoço que deve ser por volta das 11:30h para acertar com a escolinha nova.
Às 13:30h telefona-me o pai desesperado, Não comeu nem uma colher. Nem sopa, nem fruta. Nem na cadeira, nem no carrinho, nem ao colo, nem no chão, nem com cantigas, nem à frente do aquário. Nada. Rien. Niente.
Dou-lhe mais umas sugestões, peço para ter calma, vai conseguir.
Às 14:30h novo telefonema do pai. Continua sem comer. Não tem febre, está bem disposta, mas não abre a boca nem por nada.
Despacho-me o mais rapido que posso e sigo para casa.
Encontro-a a dormir, de barriga vazia.
O Pai com cara de quem lhe passou um camião por cima.
Acorda passado um bocadinho, bem disposta.
Decidimos ser eu a tentar dar-lhe de comer qualquer coisa, porque 8h à fome já começa a ser exagero.
Comeu tudo, sem reclamar.
Ao jantar vai de novo ser o pai a tentar dar de comer, para ver se amanhã o circo não se repete.
Oh filha, a mãe também sente a tua falta, mas não pode ser meu anjo, não pode ser a mãe a fazer tudo, a mãe não pode estar sempre ao pé de ti. E o pai ficou tão triste, meu doce.
Vá lá, vamos dar uma ajudinha ao pai, sim?
(e evito pensar na entrada no novo infantário...)
Hoje e amanhã tenho de realizar umas actividades de educação ambiental previstas já há 3 meses. Assim e como a pirralha está em casa por fecho de infantário, o pai mudou as folgas para estes mesmos dias de modo a poder ficar com ela.
Pai é pai, ela até já tem permitido que seja ele a deita-la sem chinfrins de maior. Deixo as comidas preparadas, é só até à hora de almoço. Tudo pacífico, certo?
ERRADO. Nada mais errado.
Mamou às 8h da manhã, biberon dado pelo pai.
Às 11h telefono a saber noticias, tudo calmo a pirralha dorme, como de costume, um bocadinho antes de almoço que deve ser por volta das 11:30h para acertar com a escolinha nova.
Às 13:30h telefona-me o pai desesperado, Não comeu nem uma colher. Nem sopa, nem fruta. Nem na cadeira, nem no carrinho, nem ao colo, nem no chão, nem com cantigas, nem à frente do aquário. Nada. Rien. Niente.
Dou-lhe mais umas sugestões, peço para ter calma, vai conseguir.
Às 14:30h novo telefonema do pai. Continua sem comer. Não tem febre, está bem disposta, mas não abre a boca nem por nada.
Despacho-me o mais rapido que posso e sigo para casa.
Encontro-a a dormir, de barriga vazia.
O Pai com cara de quem lhe passou um camião por cima.
Acorda passado um bocadinho, bem disposta.
Decidimos ser eu a tentar dar-lhe de comer qualquer coisa, porque 8h à fome já começa a ser exagero.
Comeu tudo, sem reclamar.
Ao jantar vai de novo ser o pai a tentar dar de comer, para ver se amanhã o circo não se repete.
Oh filha, a mãe também sente a tua falta, mas não pode ser meu anjo, não pode ser a mãe a fazer tudo, a mãe não pode estar sempre ao pé de ti. E o pai ficou tão triste, meu doce.
Vá lá, vamos dar uma ajudinha ao pai, sim?
(e evito pensar na entrada no novo infantário...)
terça-feira, agosto 28, 2007
Conquista
e a 2 dias de fazer 8 meses:
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Os dois de baixo. Tardaram mas cá estão e não parecem ter dado problemas de maior.
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Já tem 2 dentinhos!
Os dois de baixo. Tardaram mas cá estão e não parecem ter dado problemas de maior.
segunda-feira, agosto 27, 2007
Home
as duas. Não, ninguém está doente! Quer dizer o pai está com uma constipação terrivel mas não é esse o motivo da nossa estadia em casa.
Estamos de férias! Forçadas pelo fecho do infantário mas ainda assim, de férias!
Muitos mimos, beijos lambidos, risadas, cócegas, colo e passeio, all day long.
Vai ser bonito voltar ao trabalho e à escolinha... Vai, vai.
Estamos de férias! Forçadas pelo fecho do infantário mas ainda assim, de férias!
Muitos mimos, beijos lambidos, risadas, cócegas, colo e passeio, all day long.
Vai ser bonito voltar ao trabalho e à escolinha... Vai, vai.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Decisão
Sabemos que o que for melhor para ela, também será o melhor para nós.
Mas, será que o melhor para nós vai ser pelo menos, bom para ela?
Decidimos a acreditar que sim.
Porque para a semana fecham para férias, hoje é o último dia deste infantário.
Estou com o coração tão pequenino...
Mas, será que o melhor para nós vai ser pelo menos, bom para ela?
Decidimos a acreditar que sim.
Porque para a semana fecham para férias, hoje é o último dia deste infantário.
Estou com o coração tão pequenino...
quinta-feira, agosto 23, 2007
Alguém me explica
porque raio é que há tantas diferenças entre a qualidade geral das instituições públicas e privadas? É o aspecto descuidado, os brinquedos estragados, os pormenores que não existem, a atenção que não têm. Hmmmpf...
Ah, estamos de novo na saga do infantário da Inês. A aproximação de Setembro, trouxe uma vaga num infantário público muito mais perto de nós, apoiado pela segurança social e por isso mais barato. Mas... Claro, há sempre pelo menos um mas...
Agora estamos de novo divididos, entre
o infantario actual (privado): mais caro, mais longe, com muito boas instalações, que tratam as crianças e os pais nas palminhas, e de onde saiu a super educadora (tb vai mudar uma das auxiliares em setembro);
o infantario para onde vai a super educadora (privado): 15 euros mais barato que o actual, igualmente longe, com boas instalações e claro com a super educadora;
o infantario publico: muito mais barato, a 5 minutos de nós, com instalações grandes mas sem graça, com mais 3 bébés por sala que qualquer um dos outros, brinquedos e espaço descuidado, deixando-me intrigada sobre o tipo de estimulação que ali se proporcionará às crianças.
E agora?! Que pilha de nervos!
Ah, estamos de novo na saga do infantário da Inês. A aproximação de Setembro, trouxe uma vaga num infantário público muito mais perto de nós, apoiado pela segurança social e por isso mais barato. Mas... Claro, há sempre pelo menos um mas...
Agora estamos de novo divididos, entre
o infantario actual (privado): mais caro, mais longe, com muito boas instalações, que tratam as crianças e os pais nas palminhas, e de onde saiu a super educadora (tb vai mudar uma das auxiliares em setembro);
o infantario para onde vai a super educadora (privado): 15 euros mais barato que o actual, igualmente longe, com boas instalações e claro com a super educadora;
o infantario publico: muito mais barato, a 5 minutos de nós, com instalações grandes mas sem graça, com mais 3 bébés por sala que qualquer um dos outros, brinquedos e espaço descuidado, deixando-me intrigada sobre o tipo de estimulação que ali se proporcionará às crianças.
E agora?! Que pilha de nervos!
segunda-feira, agosto 20, 2007
Here we go again
acordei com ela a palrar às 2h da manhã.
Arrastei-me até ao quarto dela, coloquei-lhe a chucha que andava perdida na cama e voltei para a minha.
10 minutos depois, mais do mesmo. Ela a palrar, eu em piloto automático até lá. Coloquei a chucha, virei para o outro lado e voltei para a cama.
Mais um bocado e a cena repete-se.
Aqui o meu cérebro começou a processar a informação e estranhou. Peguei-lhe ao colo e ela ardia em febre.
Acordar o pai, tirar-lhe roupa, benuron goela a baixo, deitá-la connosco, não adormece, de novo para o quarto dela, tentar embalá-la, conseguir deitá-la às 4h da manhã e arrastar-me para a cama com a cabeça como um melão.
O dia começou demasiado cedo para noite tão má. Às 7:15h a pirralha estava a "pé" e começava assim um dia a três, em casa à pala do feriado municipal que soube a ginjas. Mas em vez de passeios e a prometida ida a praia, dividimo-nos entre xaropes, lenços ranhosos e muito mimo.
Consegui acabar o livro que tinha começado à dias. Ainda estou em transe com tamanha história de coragem e tristeza e maldade e... as lágrimas assomam-se apressadamente só de pensar na menina da historia. mas disso falo mais tarde.
Arrastei-me até ao quarto dela, coloquei-lhe a chucha que andava perdida na cama e voltei para a minha.
10 minutos depois, mais do mesmo. Ela a palrar, eu em piloto automático até lá. Coloquei a chucha, virei para o outro lado e voltei para a cama.
Mais um bocado e a cena repete-se.
Aqui o meu cérebro começou a processar a informação e estranhou. Peguei-lhe ao colo e ela ardia em febre.
Acordar o pai, tirar-lhe roupa, benuron goela a baixo, deitá-la connosco, não adormece, de novo para o quarto dela, tentar embalá-la, conseguir deitá-la às 4h da manhã e arrastar-me para a cama com a cabeça como um melão.
O dia começou demasiado cedo para noite tão má. Às 7:15h a pirralha estava a "pé" e começava assim um dia a três, em casa à pala do feriado municipal que soube a ginjas. Mas em vez de passeios e a prometida ida a praia, dividimo-nos entre xaropes, lenços ranhosos e muito mimo.
Consegui acabar o livro que tinha começado à dias. Ainda estou em transe com tamanha história de coragem e tristeza e maldade e... as lágrimas assomam-se apressadamente só de pensar na menina da historia. mas disso falo mais tarde.
terça-feira, agosto 14, 2007
E cresce,
cresce, cresce...



Oficialmente, já fica bem sentada, sozinha, desde o inicio do mês. A mãe, é que ainda não tinha tido tempo para o divulgar. Cansada, com noites mal dormidas, a virose dela que passou para mim no fim de semana, e uma súbita constipação de verão, servem de motivo mas não de desculpa.
Dias melhores virão.
Ela, continua linda!



Oficialmente, já fica bem sentada, sozinha, desde o inicio do mês. A mãe, é que ainda não tinha tido tempo para o divulgar. Cansada, com noites mal dormidas, a virose dela que passou para mim no fim de semana, e uma súbita constipação de verão, servem de motivo mas não de desculpa.
Dias melhores virão.
Ela, continua linda!
terça-feira, agosto 07, 2007
Beber ou não beber
A Inês janta às 19h (mais coisa menos coisa) e antes das 20h já está na caminha. Entre as 23h e as 24h, quando me vou deitar, se ela ainda não chamou pego nela meia a dormir e mama um biberon cheio de leite. Depois do arroto da praxe, sempre a dormir, volta para a cama sem dar um ai.
Até aqui tudo mais ou menos comum.
Todos os bébés que conheço, depois desta sessão de leite nocturna, ferram até de manhã. Ou mesmo que acordem antes, não é certamente com fome. Pois.
Mas a Inês não se junta ao clube. Quando começamos esta rotina aguentava-se até às 7-7:30h da manhã. Depois, foi diminuindo este intervalo para as 5:30-6h e esta noite fez a proeza de acordar a chorar, esganada de fome, às 4:30h da manhã! Ela nunca acorda a chorar, nem de dia nem de noite, a não ser que esteja doente ou com fome. Caso contrário palra. Estava tão incrédula (e ensonada,claro) que ainda a tentei embalar (sossegava mas não dormia) e dar água. Bem, aqui é que borrei a pintura. A princesa ficou horrorizada com tal liquido que chorou a plenos pulmões, até lhe enfiar o biberon com o liquido certo, vulgo leitinho morno, na boca. O resto foi como já descrevi anteriormente: arroto e caminha até às 8h da manhã.
Teorias da mãe:
1. A miúda tem uma bicha solitária nocturna
2. A miúda não come o que devia durante o dia
Que acham?
Até aqui tudo mais ou menos comum.
Todos os bébés que conheço, depois desta sessão de leite nocturna, ferram até de manhã. Ou mesmo que acordem antes, não é certamente com fome. Pois.
Mas a Inês não se junta ao clube. Quando começamos esta rotina aguentava-se até às 7-7:30h da manhã. Depois, foi diminuindo este intervalo para as 5:30-6h e esta noite fez a proeza de acordar a chorar, esganada de fome, às 4:30h da manhã! Ela nunca acorda a chorar, nem de dia nem de noite, a não ser que esteja doente ou com fome. Caso contrário palra. Estava tão incrédula (e ensonada,claro) que ainda a tentei embalar (sossegava mas não dormia) e dar água. Bem, aqui é que borrei a pintura. A princesa ficou horrorizada com tal liquido que chorou a plenos pulmões, até lhe enfiar o biberon com o liquido certo, vulgo leitinho morno, na boca. O resto foi como já descrevi anteriormente: arroto e caminha até às 8h da manhã.
Teorias da mãe:
1. A miúda tem uma bicha solitária nocturna
2. A miúda não come o que devia durante o dia
Que acham?
segunda-feira, agosto 06, 2007
Miss Cotton Candy
ou "menina algodão doce" como se diz por cá, foi um dos presentes que a pirralha ganhou com a visita desta querida e talentosa amiga

E tem-se portado lindamente a resistir aos "ataques" da Inês! Aprovadíssima!

E tem-se portado lindamente a resistir aos "ataques" da Inês! Aprovadíssima!
sábado, agosto 04, 2007
Visita nocturna
quinta-feira, agosto 02, 2007
Zombie
É como ando hoje.
As noites tem sido mázinhas, no mínimo... A constipação não desaparece, continuam os espirros, o nariz entupido e ranhoso. À pala disto, a pirralha, que não sabe abrir a boca para respirar, começou a acordar de meia em meia hora (mesmo!), a partir das 2h da manhã, non stop até às 7h, hora em que me resignei e decidi começar o nosso dia.
Não está fácil, portanto.
Voltaram os baldes de café e sonho acordada com a nossa rede fresquinha pendurada no terraço, com o cheiro da relva cortada, o ronronar preguiçoso dos gatos...
E, a noite que se aproxima não parece trazer um cenário muito melhor.
Ai.
As noites tem sido mázinhas, no mínimo... A constipação não desaparece, continuam os espirros, o nariz entupido e ranhoso. À pala disto, a pirralha, que não sabe abrir a boca para respirar, começou a acordar de meia em meia hora (mesmo!), a partir das 2h da manhã, non stop até às 7h, hora em que me resignei e decidi começar o nosso dia.
Não está fácil, portanto.
Voltaram os baldes de café e sonho acordada com a nossa rede fresquinha pendurada no terraço, com o cheiro da relva cortada, o ronronar preguiçoso dos gatos...
E, a noite que se aproxima não parece trazer um cenário muito melhor.
Ai.
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